quarta-feira, 2 de março de 2011
Tudo muda
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Eu vejo a beleza da vida na borboleta que bate suas asas energicamente buscando as pétalas das rosas que exalam um divino e inebriante perfume. Eu vejo a beleza da vida na luz do luar e vejo-a também na escuridão da noite que dá sinal verde aos vagalumes para que possam brilhar. Eu vejo a beleza da vida nas coisas simples do mundo, no escorrer das águas da chuva, no cantar do sabiá. Eu vejo a beleza da vida ao olhar o horizonte o pôr-do-sol e as estrelas no céu. Eu vejo a beleza da vida na simplicidade e isto me basta.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
No meio da noite escura, no sertão, um céu estrelado, vento uivando e na capelinha a moça triste faz uma oração. Em seu rosto o cheiro do medo exala e o pranto da dor se confunde com o da angústia.domingo, 16 de janeiro de 2011
Vamos ás regras:
2 - Partilhar 7 coisas sobre mim:
4 – Viciado em Fotografia
Obrigado a todos...
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Renasço
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Realmente o tempo voa?
Os tempos mudaram. A tal modernidade chegou e os dias se foram. Hoje acorda-se cedo, banho, café, carro, trabalho, cafezinho, trabalho, telefone, computador, e-mail, almoço, trabalho, café, trabalho, carro, academia, casa, banho, carro, restaurante, cinema, casa, leitura, internet, e-mail, cama, levantar, banho, café, carro, trabalho...sexta-feira, 19 de novembro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
Extraido do livro O Monge e o Executivo - uma história sobre a essência da liderança - de James C. Hunter
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
O carro de boi e a estrada vermelha
Na estrada, vermelha, estreita
Passa o carro de boi,
Com seus passos lentos
Tranqüilos, sem pressa alguma.
Em cima vai um senhor,
Cabelos brancos
Boné na cabeça, compenetrado.
Em sua mão a vara cruza o ar
E de forma forte, mas com carinho
Atinge os bois, que já sabem,
Está na hora de andar mais rápido.
O som que se ouve,
A não ser o berrado do gado atrás da cerca
Que parece cumprimentar o companheiro que passa
Ou do bem-te-vi que ao longe
Entoa seu hino,
É a voz do condutor que grita
MARINHEIRO, MARINGÁ
Em sua boca o velho cigarro
Feito com fumo em corda
E a fumaça que sai
Voa e diz olá ao dia maravilhoso.
Aos poucos, ouvem-se cachorros latindo,
Defendendo a sua casa,
Defendendo-a de um perigo,
Que até o momento inexiste.
Assim continua a caminhada
Uma hora, ou até mais,
Naquela paciência inabalável.
Não reclama,
Não estressa,
Só trabalha,
Trabalha exageradamente
Pois só assim ele pode dizer:
—Sou feliz!!!










